domingo, 13 de março de 2011

" Boas Novas "

Olá pessoal...

Trago boas novas a todos voces!
O nosso amigo Wagner teve alta do hospital ontem, ficará em casa se recuperando recebendo acompanhamento e cuidados de enfermeira!
E assim que se recuperar totalmente, ele estará de volta aos passeio!

Wagner desejamos a voce uma boa recuperação!
Um grande abraço!

Analu.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Wagner Lopes

" Nosso Amigo Guerreiro "

No dia 26 de janeiro nosso querido amigo Wagner deu entrada no Hospital Santa Cecília para fazer um tratamento de osteomelite.
Passou por uma cirurgia na perna e após essa cirurgia Wagner seguiu para um tratamento de 10 sessões de oxigênioterapiahiperbárica (OHS), ou seja, ele foi colocado dentro dessa Camara Hiperbárica a fim de respirar por uma hora e meia oxigênio 100% puro, essas sessões foram realizadas no Hospital Santa Marina, onde Wagner foi transportado de ambulância durante esses dez dias.
Agora o nosso amigo guerreiro aguarda a avaliação Médica.
Acreditem pessoal ele me ligou do hospital me contando sobre a cirurgia, o tratameto, e claro como não podia deixar de me contar as amizades e brincadeiras que ele fez durante esse tempo que está internado.
Estamos torcendo por mais uma de muitas vitórias que o nosso grande amigo passou e está passando!
E tenho a certeza que em breve voce estará entre nós!

Analu Maceravisck.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Sesc Pinheiros



Olá Turma...

Que programação hein?
O Sesc Pinheiros está de parabéns!!!
Assistimos uma contação de história com o grupo: " Cia do Mapingary " que foi muito animado e podemos desta forma voltar um pouquinho a nossa infância.
A Cia do Tijolo que homenageou o Poeta Patativa do Assaré que faria cento e dois anos se tivesse vivo.
A turma que assistiu ao chorinho gostaram muito
E por fim, quase na hora de irmos embora assistimos a banda do movimento "Elefante" do Projeto Carnaval ao contrário, entre outras preciosidades tocou um frevo que particularmente amei.

Queremos mais uma vez agradecer a Rede Sesc pela recepção dos participantes do Sampa Inclui.

Elisabeth Renneberg.

segunda-feira, 7 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Dança Para Deficiêntes Auditivos

Achei bem bacana e importante essa reportagem e resolvi compartilhar com todos voces esse trabalho, espero que gostem e divulguem tambem.


Dança para surdos

Quem disse que surdos não podem ser dançarinos ou curtir uma música? O Grupo de Dança Surdos Videira é uma prova que tudo é possível através da interação de um trabalho desenvolvido que objetiva a inclusão social.
Liderado pelo intérprete Nilton Câmara, o grupo de 5 pessoas ensaiam coreografias e as apresentam em eventos particulares ou do governo na cidade de Fortaleza - CE. De acordo com Câmara, o grupo é reduzido porque é necessário trabalhar com cada um de forma intensiva e aproveitando melhor as habilidades individuais.
Há uma seleção para ingressar no grupo de dança. Na primeira fase, os candidatos são avaliados pelo histórico escolar e familiar, após essa aprovação há os requisitos técnicos de ritmo e expressão corporal. Essa triagem ocorre em média uma vez por ano.
Antes de qualquer atividade corporal, Nilton prepara seus alunos para conhecer a letra da música que será dançada, compreendendo seu significado e auxiliando nos conhecimentos da Língua Portuguesa. O próximo passo é sentir as vibrações do som e daí aplicar o texto a Libras (Língua Brasileira de Sinais), que é quando os participantes “cantam”. Isso resulta em musicalidade do corpo.
A sala de ensaio é adaptada com objetos simples, como o espelho, o aparelho de som com potência para deixar a música em volume altíssimo e o chão de assoalho de madeira, que facilita o aluno a sentir as vibrações.
Cada jovem apresenta sua facilidade ou dificuldade em demonstrar seus talentos, por isso os ensaios podem chegar até 8 meses, mas o que se busca é o nível possível de cada um, sendo trabalhados as expressões corporal e facial. Isso reflete no comportamento no âmbito social, pois passa a se expressar melhor vencer a timidez.
A proposta principal do projeto é transformá-los em atores com autonomia e não apenas em copistas, que imitam os sinais repassados por um ouvinte.
“Esse projeto é fundamental para a valorização da pessoa surda, que passa a se sentir cidadãos de direitos e além de valorizar a autoestima, acreditando que é eficiente e capaz de qualquer atividade através de outros sentidos que são aguçados, em que se iguala a outras pessoas sem deficiência. Assim ela conquista o seu espaço”, diz Nilton Câmara.
Para obter maiores informações sobre o grupo ligue: (85) 9969-4059
www.niltoncamara.net



Fonte: SENTIDOS